O I Seminário Paulo Freire - Macaíba/RN, ganhou o Selo Comemorativo Paulo Freire 50 anos da UNIFREIRE, instituição afiliada do Instituto Paulo Freire, sediado em São Paulo/SP. O nosso seminário também está sendo divulgado no site: http://angicos50anos.paulofreire.org/
Cordel, Cultura Popular. Mangabeira-Macaíba/RN - hailtonmangabeira@hotmail.com (84)98855-0757
Macaíba
"Macaíba terra amada/ Histórica é uma beleza/ Filhos ilustres aqui brotam/ Manancial de nobreza/ Desde a sua fundação/ Desse solo, desse chão/ Tidos como realeza."
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
I Seminário Paulo Freire - Macaíba/RN
O I Seminário Paulo Freire - Macaíba/RN, ganhou o Selo Comemorativo Paulo Freire 50 anos da UNIFREIRE, instituição afiliada do Instituto Paulo Freire, sediado em São Paulo/SP. O nosso seminário também está sendo divulgado no site: http://angicos50anos.paulofreire.org/
Alunos da 1ª turma de Paulo Freire comemoram 50 anos da experiência de alfabetização popular
Em 1963, no município de Angicos, 300 jovens e adultos aprenderam a ler e escrever em 40 horas
A
senhora Francisca de França Pires Germano comemora 64 anos no próximo
dia 16 de setembro. Já o senhor Paulo Alves de Souza completa 71 anos,
um dia depois, em 17 de setembro. Mas para além de aniversariarem perto,
os dois têm semelhança maior: fizeram parte da turma de alunos do
projeto pioneiro de alfabetização popular desenvolvido pelo educador
Paulo Freire, em 1963, no município de Angicos (RN), localizado a 171 Km
da capital Natal.

"Eu sei ler uma carta, sei ler qualquer coisa.” (Crédito:
Eduardo Mendonça/Ufersa)
“Apareceu uma pessoa perguntando no
povo das casas quem queria estudar. Eu já estava em outra escola, lia e
escrevia um pouquinho, mas a ‘aula’ [o projeto] de Paulo Freire foi um
reforço na minha vida, porque tinha muitas coisas”, conta Francisca. Com
13 anos na época, ela estudou junto de outros dez alunos, no período da
noite. “Aprendi muita coisa, o que a professora Valquíria passava.
Escrevia tijolo, depois ela passava os homens construindo casa no filme.
Era muita boa aquela escola.”
Freire adotou o ensino por meio de
gravuras e imagens que retratavam o cotidiano dos trabalhadores. O
educador criticava o sistema tradicional de alfabetização que utilizava
cartilhas como didática, baseada na repetição de palavras soltas ou
frases. “A professora ensinou o que era a palavra povo. Vim a saber isso
só na escola de Paulo Freire”, afirma Francisca. E o que é povo? “Somos
nós, a gente”, responde ela.
Além de ter como objetivo ensinar a
ler e escrever jovens e adultos, a experiência freireana – nascida em
1962, quando ele era diretor do Departamento de Extensões Culturais da
Universidade do Recife – estava focada no ensino para a cidadania e
politização dos alunos, baseando-se em três conceitos: investigação,
tematização e problematização. Uma das características é promover a
discussão sobre os assuntos surgidos a partir das palavras aprendidas.
Para Freire, alfabetizar era também conscientizar sobre os problemas
cotidianos, e propiciar a compreensão do mundo.
A experiência em Angicos alfabetizou
300 trabalhadores – 156 homens e 143 mulheres – em 40 horas, ganhando
destaque mundial. Dentre os alunos, estavam domésticas, operários,
agricultores, artesões, serventes de pedreiro, pedreiros, comerciantes,
motoristas, carpinteiros, lavadeiras de roupa, bordadeiras, mecânicos,
uma parteira, um vaqueiro, um soldado, uma prostituta, um jornaleiro e
cinco desocupados. O foco era combater o analfabetismo que atingia 70%
do Rio Grande do Norte e 75% de Angicos.
Os alunos
Na época, Souza tinha mais de 18 anos e
não era alfabetizado. Na escola do educador Freire, teve o primeiro
contato com livros e cadernos. “Iniciamos a ler e escrever, e não sabia
não antes. Depois dessa experiência, estudei até a quarta série. Não foi
difícil. Ficamos a vontade e sei escrever meu nome, sei ler uma
besteirinha. Pouco, mas tá bom”, fala. Dos 15 alunos que estudavam na
mesma sala de aula que ele, a maioria também não era alfabetizada.
Apesar de ajudar o pai no trabalho o
dia inteiro, desde os sete anos, fazendo cerca nas fazendas próximas,
quando chegava às 19h, estava dentro da escola. “Ia cansado, mas tinha
vontade de aprender, porque não sabia... Sempre quem não sabe, tem
vontade de aprender. Estudei o período das 40 horas, depois fui para a
outra escola para não perder tempo de aprender.”
“Minha família não tinha condições de
estudar. É muito importante a gente hoje saber escrever e ler, apesar de
não ser formado, para votar, falar alguma coisa. Pode até falar errado,
às vezes, e quanto mais não é formado, se julga analfabeto, mas não
somos analfabetos não, eu sei ler uma carta, sei ler qualquer coisa”,
avalia Francisca. “Minha mãe nunca quis aprender, e eu ajudava ela em
casa com isso quando precisava.”
Hoje, ela é aposentada, está casada e
tem quatro filhos. “Nasci e cresci aqui, casei, estudei em Angicos, e em
Angicos vou ficar. E meus filhos terminaram tudo o segundo grau”, diz
ela orgulhosa de que os filhos completaram o ensino médio e de os cinco
netos também estarem na escola.
Já Souza nasceu em Ceará Mirim, a 28
Km de Natal, mas foi para Angicos ainda pequeno e diz não pretender sair
da cidade. Trabalha cuidando de cabras nas fazendas e mora com a
esposa. Também, seus nove filhos terminaram os estudos e os 30 netos
frequentam a escola. Os cinco bisnetos deverão ir pelo mesmo caminho,
acredita ele.

"Toda vida gostei de aprender. Sempre que tinha tempo,
eu estudava." (Crédito: Eduardo Mendonça/Ufersa)
Quando perguntado quais eram as
dificuldades que tinha antes de se alfabetizar e que não tem mais,
responde: “Porque a gente que não sabe nada, nada sabe. Hoje, se eu
chego em qualquer canto, vejo um papel, ou na rua pego alguma coisa que
tem letra, sei dizer o que tem ali... To participando daquilo que tem
ali no papel... Se não tivesse aprendido, passava e nem sabia que tem
ali”, explica.
“Vou dizer uma coisa. Tudo que faz com
gosto é bom de aprender. Graças a Deus, toda vida gostei de aprender.
Sempre que tinha tempo, eu estudava. Nas horas vagas do trabalho, pegava
caderno e lápis”, completa ao lembrar do passado.
História
Em razão da experiência de Angicos,
João Goulart, presidente na época, chamou Paulo Freire para organizar a
Campanha Nacional de Alfabetização, com o objetivo de ensinar dois
milhões de jovens e adultos. Mas o golpe de 64 impediu que o programa
continuasse. Freire foi preso e exilado, voltando ao Brasil apenas em
1979. “Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na
busca, não aprendo nem ensino”, afirmou o educador em sua obra
“Pedagogia da Autonomia”.
Documentário
Para resgatar Angicos, a Universidade Federal Rural do SemI-Árido (Ufersa) produziu o documentário
“40 Horas na Memória: Resgate da Experiência dos Alunos de Paulo Freire
em Angicos/RN”, apresentado em agosto. Filmado nas residências de cada
um dos participantes, em breve, o público em geral poderá ter acesso.
“Vamos participar de festivais de curta-metragem”, diz o diretor do
documentário, Passos Júnior.

Ex-alunos de Angicos se reúnem para assistir documentário
(Crédito: Eduardo Mendonça/Ufersa)
FONTE: http://www.neteducacao.com.br/noticias/Reportagem/alunos-da-1-turma-de-paulo-freire-comemoram-50-anos-da-experiencia-de-alfabetizacao-popular
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
I Seminário Internacional Luso-Brasileiro de Ciências da Educação
O I Seminário Internacional Luso Brasileiro de Ciências da Educação
vai homenagear um dos mais importantes educadores brasileiros: o
pernambucano Paulo Freire. O evento terá duração de dois dias (20
horas) e é voltado para professores, profissionais da educação,
estudantes e pesquisadores da área. Os palestrantes, de renome
internacional, são doutores nas áreas de Sociologia da Educação,
Política Educativa e Administração Escolar da Universidade do Minho –
Braga, Portugal.
Objetivos:
1. Discutir sobre o pensamento pedagógico de Paulo Freire;
2. Refletir sobre a importância da experiência de Paulo Freire em Angicos / RN ;
3. Compreender conceitos e sentidos dos espaços escolares e não escolares de educação para o desenvolvimento humano.
| Programação: | Dia 23/09/2013 |
|---|
| 7h00 | Credenciamento | |
| 8h30 | Abertura | |
| 9h | Apresentação cultural: "Nos acordes da Sanfona" | |
| 9h30 | Palestra de abertura : Paulo Freire: Educação democrática, participação e decisão Coordenador: Márcio Azevedo Expositor: Licínio C. Lima/UMinho |
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| 12h | Almoço | |
| 14h | Apresentação Cultural: Literatura de Cordel: Hailton Mangabeira Apresentação do Documentário: 40 horas na memória - Passos Júnior Vídeo - documentário Coordenador: Andrezza Tavares |
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| 14h10 | Mesa de Diálogos - Experiência de Paulo Freire em AngicosCoordenador: Andrezza Tavares Expositores: Alfabetizados jovens e adultos - Egressos da experiência de Angicos Marcos Guerra - Experiência docente em Angicos |
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| 15h30 | Intervalo | |
| 15h40 | Mesa-redonda - Paulo Freire: concepções e práticas Coordenadora: Maria do Socorro da Silva Expositores: Marisa Narcizo Sampaio(UFRN), Janete de Lima Castro(UFRN), Rita Diana de Freitas Gurgel(UFERSA) e Andrezza Maria Batista do Nascimento Tavares(IFRN) |
|
| 18h | Encerramento |
| Programação: | Dia 24/09/2013 |
|---|
| 8h30 | Apresentação cultural: "O Santo e a Porca - Ariano Suassuna" |
| 9h | Palestra de abertura: Investigação portuguesa e brasileira em educação não-escolar: um “olhar” sociológico - Coordenador: Dante Henrique Moura Expositor: José Palhares(UMinho) |
| 11h | Mesa redonda: Socialização de experiências: Paulo Freire e as práxis do IFRN Coordenador: Lenina Lopes Soares Silva Expositores: José Mateus do Nascimento(IFRN), José Gllauco Smith Avelino de Lima(IFRN) e Pablo Cruz Spinelli(IFRN) |
| 12h | Almoço |
| 14h | Painéis integrados |
| Painel I – Hiperburocratização das organizações educativas Coordenador: Francisco Mariz
Painelistas: Licínio C. Lima (UMinho), Alda Maria Duarte Araújo Castro (UFRN) e Lincoln Morais de Souza (UFRN)
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| Painel II – Formação de professores e Educação Profissional: contextos organizacionais Coordenador: Andrezza Tavares
Painelistas: Leonor Torres (UMinho), Dante Henrique Moura(IFRN) e Viviane Souza de Oliveira Nascimento (IFRN)
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| Painel III – Investigação qualitativa: Abordagens e perspectivas Coordenador: Olivia Morais de Medeiros Neta
Painelista: Carlos Alberto Gomes (UMinho), Adir Luiz Ferreira (UFRN) e Maria Aparecida de Queiroz (UFRN)
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| Painel IV – Educação de jovens e adultos: contribuições da sociologia da educação Coordenador: Sonia Cristina Ferreira Maia
Painelistas: José Palhares (UMinho), Alessandro Azevedo (UFRN) e Marcio Adriano Azevedo (IFRN)
|
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| 18h | Apresentação Cultural : Coral Infantil - Prof.ª Lourdinha Encerramento |
domingo, 8 de setembro de 2013
Documentário "40 Horas na Memória" - TRAILLER OFICIAL
Há exatos cinquenta anos, Paulo Freire fez história na cidade de
Angicos. Seu método de ensino foi aplicado e retirou cerca de 300 jovens
e adultos do analfabetismo, levando leitura e escrita em apenas 40
horas de aulas. O documentário "40 Horas na Memória" é constituído por
relatos de dezenove ex-alunos que estiveram presentes nessas aulas, eles
resgatam e rememoram essa experiência marcante.
Assista o trailler no link: http://www.youtube.com/watch?v=YdtgTMb6h_M XIII ENEJA 2013, Natal/RN
O Fórum Potiguar de Educação de Jovens e Adultos - FPEJA, e os demais fóruns EJA do Brasil, realizam nesta terça-feira, 10 de setembro, a abertura do XIII ENEJA - Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos, o evento realizar-se-á na Escola de Governo (Centro Administrativo), localizado na Avenida Senador Salgado Filho, S/N, Natal/RN, a partir das 19 horas.
VIII Colóquio Internacional Paulo Freire
Educação como prática da liberdade: saberes, vivências e (re)leituras em Paulo Freire
Local: Recife, Campus da UFPE
Data: 19 a 21 de setembro/2013
Programação e informações, acesse: http://coloquio.paulofreire.org.br/
Local: Recife, Campus da UFPE
Data: 19 a 21 de setembro/2013
Programação e informações, acesse: http://coloquio.paulofreire.org.br/
sábado, 7 de setembro de 2013
XI Seminário Internacional Paulo Freire - UNICAMP
No dia 06 de setembro, no Centro de Convenções da UNICAMP, aconteceu o XI Seminário Internacional Paulo Freire, ficando evidente uma
certeza: a imortalidade e os valores das obras, pensamentos,
concepções, ideias de Paulo Freire transformaram esse evento
científico, promovido anualmente pela UNICAMP, em referencial de
encontro acadêmico para pensadores, estudiosos, professores e alunos
que celebram as ideias de Paulo Freire na Educação, nas Ciências
Sociais e Políticas e na Cultura Popular. Países como os Estados Unidos e
Canadá mantém centros de referência em trabalhos e estudos
produzidos a partir das obras do autor, irmanando-se, nesse sentido, aos
países da América Latina.
| Francisco Genézio - Coordenador do seminário |
| Profª Dra. Rita Diana |
| Profº Dr. Gabriel Santiago |
| Nita Freire |
| Diálogo descontraído com Nita Freire |
| Profº Dr. Mariano Isla, Profª Dra. Rita Diana |
| Nita Freire, convida-me para escrever um cordel para compor seu novo livro sobre o lado amoroso e carinhoso de Paulo Freire |
| Nita Freire observando os cordéis que já publiquei sobre Paulo Freire |
| Prof. Dr. André Ferreira |
| Emoção e alegria marcaram o seminário |
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Hailton Mangabeira na UNICAMP
Na terça-feira, 03 de setembro, Hailton Mangabeira esteve reunido com o
GEPEC - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada - formado por
mestrandos e doutorandos da Faculdade de Educação da UNICAMP. Na ocasião, discutimos
sobre a temática da narração e experiência: A narrativa é uma forma de
compartilhar experiências. Aprofundamos discussões acerca da produção de
conhecimentos e saberes na escola e na universidade, onde compartilhamos, com
os integrantes do grupo, o trabalho que desenvolvemos como professor e
cordelista na rede municipal de ensino do Município de Macaíba/RN, assim como a
nossa experiência no desenvolvimento e manutenção do pensamento de Paulo Freire
através de filmes, cordéis e organização de Seminários. Na oportunidade,
fizemos a divulgação do I Seminário Paulo Freire de Macaíba/RN, que acontecerá
nos dias 17 e 18 de outubro/2013.
No dia 04 de setembro, quarta-feira, aconteceu no Instituto de Artes da
UNICAMP, uma Intervenção de Hailton Mangabeira na disciplina “Tópicos Especiais
em Arte e Contexto - relacionando o processo de criação artística com temas da
psicologia profunda” ministrada pela Professora Doutora Elisabeth Bauch
Zimmermann.
A Disciplina abrange a prática e reflexão sobre vertentes do campo das artes da cena visando um aprofundamento da discussão teórica sobre os processos de criação em artes e seus modos de elaboração estética e espetacular.
A proposta de intervenção com o poeta, roteirista, músico e cordelista Hailton Mangabeira, foi trabalhar elementos e imagens da Literatura de cordel como veículo de sensibilização artística, e produção coreográfica de movimentos, seguindo conceitos e temas da Psicologia Analítica de Jung. Mestrandos e doutorandos participaram da intervenção pedagógica.
A Disciplina abrange a prática e reflexão sobre vertentes do campo das artes da cena visando um aprofundamento da discussão teórica sobre os processos de criação em artes e seus modos de elaboração estética e espetacular.
A proposta de intervenção com o poeta, roteirista, músico e cordelista Hailton Mangabeira, foi trabalhar elementos e imagens da Literatura de cordel como veículo de sensibilização artística, e produção coreográfica de movimentos, seguindo conceitos e temas da Psicologia Analítica de Jung. Mestrandos e doutorandos participaram da intervenção pedagógica.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Marciano Medeiros lança cordel sobre trajetória poética de Ronaldo Cunha Lima
![]() |
| Marciano Medeiros e a vereadora Raissa Lacerda |
O
poeta potiguar Marciano Medeiros lançou em 27 de agosto de 2013 no
Centro Cultural Lourdes Ramalho, em Campina Grande (PB), um cordel
sobre a vida poética e política de Ronaldo Cunha Lima, num evento
organizado pelo professor Pedro Hamilton e sua esposa Zélia,
além do advogado Dyandro Pinheiro e sua esposa Mônica Pinheiro.
Durante o lançamento Medeiros disse que batalhou muito e conseguiu
apoio para imprimir dois mil exemplares. “Os patrocinadores do
projeto cultural são: Diógenes da Cunha Lima, Raimundo Glauco de
Vasconcelos e Evilazio Crisanto de Morais”, falou o potiguar
durante o lançamento.
Marciano
foi entrevistado na TV Itararé pelo jornalista Paulo Roberto e na 98
FM por Carlos Souza. O evento contou com a presença de diversos
poetas e amigos, entre eles Rui Vieira, Valda Moura, professor
Andrade, a ex-vereadora Maria Barbosa, poeta Washington Farias,
professora Alba Lúcia, entre outros admiradores da poesia de Ronaldo
Cunha Lima.
Após
a passagem por Campina Grande, o poeta seguiu a João Pessoa, para
divulgar sua nova obra na capital da Paraíba. Chegando a referida
cidade o autor foi bem recebido na Assembleia Legislativa, onde teve
acesso aos gabinetes dos deputados estaduais para expor seu trabalho.
Vários parlamentares paraibanos prestigiaram o romance de cordel
intitulado: A Trajetória Poética de Ronaldo Cunha Lima. O
cordelista em seguida foi entrevistado por Eri Alves, num programa da
TV Assembleia.
Na
Câmara Municipal Marciano Medeiros também conseguiu oportunidade
para mostrar sua homenagem ao poeta Ronaldo Cunha Lima, através da
vereadora Raissa Lacerda, que conduziu os cordéis ao plenário e
registrou a presença do autor na capital do Estado. Vários
parlamentares compraram a mencionada obra. Marciano disse que
conseguiu mostrar muitos momentos importantes da vida de Ronaldo
Cunha Lima, desde seu nascimento ocorrido em Guarabira no ano de
1936, até sua morte física acontecida em 2102.
Finalizando
sua caminhada em João Pessoa, o escritor teve chance de participar
do programa “Cantos e Contos”, apresentado pelos Nonatos.
Marciano Medeiros disse que agradece a quatro nomes que o ajudaram a
permanecer em João Pessoa por três dias: a professora Fátima
Ribeiro, Severino Celestino, Merlânio Maia e Celso Soares, o
produtor cultural do programa “Cantos e Contos”. Finalizando a
entrevista, Marciano disse que está com novidades, em breve
divulgará a biografia de Luís da Câmara Cascudo. O autor é
natural de Santo Antônio/RN, sua família pertence à cidade de
Serra de São Bento, um município potiguar que fica na divisa com a
Paraíba.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
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